quarta-feira, 25 de maio de 2016


PT QUER TRAZER GRAVAÇÃO DE JUCÁ

 PARA SEGUNDA FASE DO PROCESSO

 DE IMPEACHMENT


PT se prepara para uma fase mais técnica do processo de impeachment. O objetivo é pedir diferentes documentos e perícias, mas também fazer uso político de situações negativas no governo Temer. Para aproveitar a primeira crise do presidente em exercício, os petistas querem inserir a gravação do ex-ministro do Planejamento Romero Jucá no processo.

A comissão processante retornou aos trabalhos nesta quarta-feira, 25, e o relator Antonio Anastasia apresentou uma sugestão de calendário para os trabalhos. O cronograma será votado pelo colegiado na próxima semana. Na proposta, constam duas semanas dedicadas a ouvir testemunhas, apresentação de documentos e perícias.

Nessa etapa, os petistas querem trazer o diálogo entre o senador Jucá (PMDB-RR) e o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado. O objetivo é alegar que há vício no processo de impeachment, à semelhança do que foi feito quando o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), foi afastado do cargo pelo Supremo sob o argumento de desvio de finalidade na função.

Da mesma forma, os petistas querem fazer uma correlação da atuação de Jucá, que foi um dos principais articuladores do processo de impeachment, com desvio de finalidade. "Ele fala na conversa que é preciso trocar o governo, fazer o impeachment. Mas ele não fala ali sobre pedaladas, sobre créditos suplementares. O argumento é parar a Lava Jato", disse o petistas Lindbergh Farias (PT-RJ). No diálogo Jucá fala sobre trocar o governo para "estancar" a operação da Polícia Federal.

Na sessão desta quarta-feira, o presidente da comissão, Raimundo Lira (PMDB-PB), recusou o pedido de suspensão dos trabalhos por alegação de vício, considerando a atuação de Jucá. Os petistas querem levar a questão à Procuradoria Geral da República e ao Supremo.

Provas

Além da gravação de Jucá, a defesa da presidente Dilma pedirá documentos relacionados ao Plano Safra para demonstrar que não há autoria de Dilma Rousseff nas chamadas pedaladas, que atrasou repasses do governo ao Banco do Brasil.

A defesa pretende ainda trazer perícias feitas por consultorias externas demonstrando que a edição de créditos suplementares não alterou a meta fiscal, de forma que não haveria então crime de responsabilidade. 

Fonte: Isto É Dinheiro 
 

TAXA DE JUROS DO CHEQUE ESPECIAL 

CHEGA AO RECORDE DE 308,7% AO ANO


A taxa de juros do cheque especial continuou a subir em abril. De acordo com dados do Banco Central (BC), divulgados hoje (25), a taxa do cheque especial subiu 7,9 pontos percentuais, de março para abril, para 308,7% ao ano. Essa é a maior taxa da série histórica do banco, iniciada em julho de 1994.

Já taxa de juros do rotativo do cartão de crédito caiu 0,8 ponto percentual. Mesmo assim, continua sendo a mais alta das taxas pesquisadas pelo BC. Em abril, taxa ficou em 448,6% ao ano.

O rotativo é o crédito tomado pelo consumidor quando paga menos que o valor integral da fatura do cartão. Essa é a modalidade com taxa de juros mais alta na pesquisa do BC.

O chefe do Departamento Econômico do BC, Tulio Maciel, disse que as taxas de juros do cheque especial e do cartão de crédito são as que mais sobem, principalmente em momentos de incertezas na economia. “Tem aumento de risco, tem retração da atividade econômica”, disse. Em 12 meses, a taxa de juros do cheque especial subiu 82,8 pontos percentuais, a do rotativo do cartão de crédito, 101,2 pontos percentuais, enquanto a do crédito pessoal subiu 17,8 pontos percentuais. “O uso desses empréstimos [rotativo do cartão de crédito e cheque especial] tem que ser feito com muita cautela, por períodos muito curtos”, disse Maciel.

A taxa média das compras parceladas com juros, do parcelamento da fatura do cartão de crédito e dos saques parcelados subiu 4,8 pontos percentuais e ficou em 150,7% ao ano.

A taxa do crédito pessoal subiu 4,6 pontos percentuais para 130,8% ao ano. Já a taxa do crédito consignado (com desconto em folha de pagamento) caiu 0,2 ponto percentual para 29,7% ao ano.

A taxa média de juros cobrada das famílias subiu 1,6 pontos percentuais, de março para abril, quando ficou em 70,8% ao ano. Para Maciel, o “bom comportamento” da inadimplência é explicado pela “maior conscientização” dos consumidores e pela maior seletividade dos bancos.

A inadimplência do crédito, considerados atrasos acima de 90 dias, para pessoas físicas ficou estável em 6,2%.

No caso das empresas, a taxa de inadimplência ficou em 5,1%, alta de 0,2 ponto percentual. A taxa média de juros cobrada das pessoas jurídicas ficou estável em 31,1% ao ano. Esse é o percentual mais elevado da série histórica, com início em março de 2011. Segundo Maciel, no caso das empresas, há um aumento gradual da inadimplência, principalmente em modalidades de crédito como o capital de giro.

Esses dados são do crédito livre em que os bancos têm autonomia para aplicar o dinheiro captado no mercado e definir as taxas de juros.

No caso do crédito direcionado (empréstimos com regras definidas pelo governo, destinados, basicamente, aos setores habitacional, rural e de infraestrutura) a taxa de juros para as pessoas físicas ficou em 10%, queda de 0,1 ponto percentual. A taxa cobrada das empresas caiu 0,3 ponto percentual para 11,6% ao ano. A inadimplência das famílias ficou em 2,1% e das empresas em 1,2%, com alta de 0,2 ponto percentual.

O saldo de todas as operações de crédito concedido pelos bancos caiu 0,6%, em abril, quando ficou em R$ 3,142 trilhões. Esse valor correspondeu a 52,4% de tudo o que o país produz – Produto Interno Bruto (PIB), ante o percentual de 53% registrado em março deste ano.

“A desaceleração no mercado de crédito se deve, principalmente, à retração do nível da atividade econômica, à elevação das taxas de juros e ao patamar reduzido dos indicadores de confiança de empresários e consumidores, que afetam negativamente a oferta e a demanda de crédito”, diz o relatório do BC.

Para Maciel, só deve haver “reação” no mercado de crédito se melhorar a confiança de famílias, empresas e bancos. “A recuperação da confiança vem com a própria retomada da economia. Isso passa pela questão do equacionamento fiscal. Os esforços estão sendo direcionados nesse sentido. Eu não diria que tem associação direta com esse ou aquele governo, mas com o horizonte de perspectivas melhores no cenário macroeconômico”, destacou.

Fonte: Agência Brasil
Por Kelly Oliveira
 Edição: Maria Claudia


PESQUISA APONTA VIABILIDADE

 NA PRODUÇÃO DE SORGO 

COM ÁGUA SALOBRA


Uma pesquisa realizada na Universidade Federal Rural do Semi-Árido constata a viabilidade de produção de sorgo irrigado com menos água e em condições de salinidade elevada. O experimento, que foi montado em março e está na primeira colheita, é fruto da pesquisa de pós-doutorado da engenheira agrícola, Andréa Costa, do Programa de Pós-Graduação de Manejo de Solo e Água, sob a orientação do Dr. José Francismar de Medeiros.

A pesquisa tem grande importância para a economia da região ao associarmos a viabilidade do sorgo sacarino na produção do etanol. Ao compararmos com a cana de açúcar, o sorgo sacarino produz mais que o dobro da quantidade de combustível. “Um hectares de sorgo produz 5 mil litros de etanol, enquanto que um hectares de cana de açúcar produz 7.2 mil, com o diferencial que o sorgo tem três colheitas ano, enquanto que a cana de açúcar, apenas uma”, explica o pesquisador.

O experimento vem sendo realizada nas variedades de sorgo graníferos, forrageiros e sacarinos com o objetivo de testar a produtividade da planta com a utilização de menos água e com salinidade acima do recomendado. “Sabemos que o sorgo é tolerante ao estresse hídrico e a pesquisa vai comprovar até que ponto a cultura suporta esse estresse”, frisa Francismar Medeiros. O trabalho é de grande valia para os produtores da região do semiárido que convivem com a escassez de água, possibilitando aos agricultores produzirem mais com menos água. “Isso, sem nenhum prejuízo na produção”, enfatiza.

Dados preliminares da pesquisa apontam não haver prejuízos no rendimento da planta com a utilização de água salobra em concentração de até 5,0 dS/m (decímetro por metro) de sal. Outras culturas, como o milho, o melão e a melancia, por exemplo, a concentração máxima sem prejuízo a plantação gira em torno de 2.0 e 2,5 dS/m de sal.

A redução em 25% na quantidade de água utilizada é outro importante dado da pesquisa. “Constatamos que não houve prejuízos na produção ao utilizar água salobra e em menor quantidade”, afirma Francismar Medeiros. O professor enfatiza ainda que o sorgo é um cereal moderadamente tolerante a salinidade e a aplicações de lâminas de irrigação por gotejamento.

O experimento com sorgo instalado na Fazenda Experimental Rafael Fernandes vem sendo estudado com três cultivares – Graníferos, para a produção de grãos; Forrageiros, para alimentação dos animais e, Sacarinos, utilizados nas destilarias para a produção de açúcar e álcool. As plantas são submetidas a três diferentes lâminas de irrigação e com água em quatro diferentes concentrações de sal, englobando no estudo duas pesquisas de pós-doutoramento e uma de doutorado.

Outro diferencial do experimento com sorgo é a utilização da manta de muiching para o controle das ervas daninhas e a manutenção da umidade do solo. “A manta além de facilitar o manejo da cultura, retém por mais tempo a água no solo”, explicou Andrea Costa, autora da pesquisa “Influência da lâmina de irrigação e do uso de água com salinidade elevada na produção de sorgo para produção de biomassa, grãos e sacarose”, do pós-doutoramento.

“Os dados preliminares indicam que mesmo com a redução da quantidade de água em 25%, o experimento obteve rendimento como tivesse sido irrigado em 100% conforme a cultura exige”, afirmou Andrea. A pesquisa também tem a sua importância uma vez que a água encontrada na região apresenta elevada concentração de sal.

Concluído o ciclo da cultura que é de 90 dias, fase atual da pesquisa, o experimento segue com o corte e as análises do material produzido, aonde serão avaliados o volume, brix (teor de açúcar), a produtividade, massa (verde e seca) e a produção de grãos.

Fonte: Assessoria de Comunicação da UFERSA 
 

UERN: SERVIÇO DE VERIFICAÇÃO

 DE ÓBITOS É INAUGURADO


Inaugurado ontem (terça-feira, 24 de maio), o Serviço de Verificação de Óbitos (SVO) - fruto de uma parceria entre a Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), Prefeitura Municipal de Mossoró e Ministério da Saúde - investigará causas de mortes desconhecidas ou duvidosas em Mossoró e mais de 60 municípios. 

O SVO está instalado na Faculdade de Ciências da Saúde (FACS/UERN) e conta com profissionais da área da Saúde da Prefeitura de Mossoró.

De acordo com o diretor da FACS/UERN, Prof. Fausto Pierdoná Guzen, o SVO fortalecerá o ensino de graduação, especialmente dos cursos de Medicina, Enfermagem, Ciências Biológicas e Serviço Social, além de ser um campo de pesquisa, qualificação e incentivo à criação de residências médicas.

Durante a solenidade de inauguração, o reitor Pedro Fernandes destacou a importância de parcerias para conquista do SVO. "Nós temos que dialogar, buscar parcerias e otimizar recursos", afirmou Pedro Fernandes. O Prefeito Francisco José da Silveira Júnior também destacou a parceria e ressaltou que o trabalho do SVO poderá ser utilizado para desenvolver políticas públicas de controle de surtos e epidemias.

A secretária de Saúde, Leodise Cruz, explica que o SVO conta com uma equipe qualificada para prestar assistência às famílias que perderam seus parentes.
 
A direção do SVO é do professor Richardeson Fagner. Ele acrescenta que com o indicativo epidemiológico, serão encaminhadas informações para a base de dados do Estado. 

A solenidade de inauguração foi prestigiada por vereadores, secretários da Prefeitura de Mossoró, pró-reitores, assessores e alunos da UERN.

Fonte: Assessoria de Comunicação da UERN 
 

 É PRECISO MUDAR
Por maior que seja o nosso respeito pela pessoa da presidenta Dilma Rousseff, é impossível rejeitar a hipótese de que ela colhe as consequências acumuladas dos equívocos econômicos cometidos a partir de 2012. Em 2011, fez uma excelente administração. O PIB cresceu 3,9%, o nível de desemprego foi reduzido a 6%, o índice de desigualdade de Gini caiu, as despesas do governo federal em relação ao PIB foram mantidas no mesmo nível da média do quadriênio anterior. O rating soberano do Brasil foi elevado pelas agências S&P e Moody’s, o superávit primário atingiu 2,9% do PIB, o déficit nominal do setor público chegou a 2,5% e a relação entre a dívida bruta e o PIB caiu de 51,8% para 51,3%!

De 2012 em diante, Dilma praticou uma política voluntarista mal projetada e pior executada. Revelou uma nova face, a angústia curto-prazista que namora o mesmo velho populismo que sempre dá errado no longo prazo. A intervenção no setor de energia foi insensata, reduziu o preço aos consumidores no curto prazo sob o aplauso da sociedade exibido nas pesquisas do Datafolha. Seu custo foi a destruição das empresas do setor, prejuízos monumentais para o Tesouro Nacional e o fantástico aumento de tarifa, também revelado posteriormente pela rejeição ao governo no Datafolha.

A intervenção na taxa de juros não foi melhor, pois não deu ao Banco Central o suporte fiscal para ampará-la. Dilma atingiu o máximo de sua popularidade de curto prazo quando estava no máximo de seus erros de longo prazo. Os futuros mandatários deveriam recolher esta lição: o apoio que o intervencionismo insensato obtém no curto prazo, revelado nas pesquisas de opinião, é apenas a antecipação da rejeição que nelas colherão no longo prazo.

Para qualquer observador imparcial, era evidente que Dilma tinha pouca probabilidade de ser reeleita. Incorporando a ideia de que o primeiro dever do governo é continuar governo, ela decidiu convocar o “Diabo”! Seus marqueteiros competentemente superaram tudo que se havia visto até então em campanhas eleitorais, na falta de respeito à verdade e na desqualificação dos adversários. Seu primeiro ato depois de reeleita deixou perplexos seus eleitores. Escolheu, sem ao menos dar-lhes alguma satisfação, o programa econômico do adversário que havia demonizado! Para executá-lo, chamou um competente economista cuja concepção do mundo é antípoda à do partido que a sustenta, quando lhe é conveniente.

Foi instantaneamente abandonada pela maioria dos que nela haviam depositado a sua confiança. Enfraquecida e sem credibilidade, decidiu promover uma guerra com a Câmara dos Deputados, na tentativa de intervir na eleição do seu presidente. Fracassou. A combinação das tolices econômicas com a absoluta indisposição para o exercício da política tirou-lhe todo o protagonismo. Na sua ida ao Congresso, na abertura dos trabalhos de 2016, perdeu sua última oportunidade de recuperá-lo. Em lugar de levar propostas concretas para as necessárias mudanças constitucionais e pôr o Congresso a trabalhar, preferiu prometê-las. No País de São Tomé, ninguém a levou a sério.

A situação é muito grave. Entre o último trimestre de 2014 e o mesmo período de 2015, o PIB caiu 6%, o desemprego atingiu 11 milhões de trabalhadores, o déficit do setor público ameaça repetir os 10% do PIB de 2015 e o déficit primário caminha para 2% do PIB. Pior, a relação dívida bruta reforçou sua dinâmica preocupante e de 57% do PIB no fim de 2014 ameaça atingir 74% em 2016 e, se nada mudar, talvez 80% em 2017.

Essa é, talvez, a principal razão pela qual as agências vêm rebaixando a nota soberana brasileira numa rapidez preocupante. A Fitch, a mais paciente com o Brasil, não quis perder a corrida e nos tirou no dia 5 de maio mais um grau no mundo especulativo em que já estamos, igualando-se à S&P e à Moody’s.

Não é provável que o governo possa recuperar o seu protagonismo e dar à sociedade alguma esperança. Nada é mais significativo do que a fria recepção ao excelente Plano Safra 2016-2017, da competente ministra Kátia Abreu. Infelizmente, é preciso mudar. 

Fonte: CartaCapital
Por Delfim Netto 
 

sexta-feira, 20 de maio de 2016

BRASIL JÁ TEM A TERCEIRA MAIOR 

TAXA DE DESEMPREGO ENTRE 

OS PAÍSES DO G-20


A taxa de desemprego brasileira, de 10,9% no primeiro trimestre do ano, já é a terceira maior do G-20, o grupo que reúne as principais economias do mundo.

Nas piores colocações da lista, o Brasil só é superado por África do Sul e Itália. Está empatado com a Turquia, mas naquele país a renda está em crescimento e o mercado de trabalho tende, ao menos em tese, a melhorar.

s2Zxp

Os dados encerram de maneira sombria a mitologia cultivada durante o primeiro mandato de Dilma Rousseff, que vendia o país como uma ilha de pleno emprego em um mundo de desalento.

A desocupação brasileira agora supera até os 10,2% da zona do euro, frequentemente mencionada nas comparações feitas pela presidente afastada -cujas políticas de estímulo às contratações, levadas à exaustão, desembocaram na crise atual.

A petista obteve taxas historicamente favoráveis no mercado de trabalho -como os 7,2% de apenas dois anos atrás- com expansão do gasto público, concessão de crédito subsidiado e redução dos tributos incidentes sobre as folhas de salários.

Além disso, evitou o quanto pôde combater a alta da inflação, puxada pelo aquecimento do setor de serviços -que abrange profissionais tão diferentes quanto domésticas, manicures, pedreiros, professores, médicos, corretores de imóveis e especuladores do mercado financeiro.

Assim, as contas do Tesouro Nacional chegaram ao vermelho no ano reeleitoral de 2014, e a inflação disparou no ano seguinte. Os juros e a dívida pública dispararam, as empresas pararam de investir e a economia entrou em recessão.

Fonte: DINHEIRO PÚBLICO & CIA
  

quinta-feira, 19 de maio de 2016



CONCURSO DA SAÚDE JÁ 

TEM MAIS 88 MIL INSCRITOS


As inscrições para o concurso público da Secretaria Municipal de Saúde de Natal encerram-se nesta quinta-feira (19) e até o momento já se registra um total de 88.894 candidatos inscritos para concorrer as 1.339 vagas para os cargos de níveis superior e médio, nas áreas administrativas e saúde, com vencimentos básicos que variam entre R$ 998,68 e R$ 5.062,63. As inscrições podem ser feitas pelo site da CKM Serviços. A taxa de inscrição para o nível médio é de R$ 15 e para o ensino superior é R$ 20. O concurso será composto por Prova Objetiva com 40 questões de múltipla escolha com quatro alternativas cada. Serão 15 questões de Conhecimentos Gerais, 15 de Legislação do SUS e 10 de Conhecimentos Específicos.

O secretário adjunto de Gestão Participativa do Trabalho e da Educação em Saúde da SMS, Marcelo Bessa, lembra que é necessário que o candidato efetue o pagamento da inscrição até a data limite – que é dia 20 de maio – para validar a participação no concurso e que esta data não será prorrogada. “As pessoas precisam ficar atentas para não perderem a inscrição por falta de pagamento. O último dia de pagamento é a sexta-feira, mas recomendo que não deixem para a última hora para evitar contratempos”, alerta Marcelo Bessa.

Estão sendo oferecidas 724 vagas para especialistas em saúde de nível superior, como assistente social (20), biólogo (6), biomédico (4), enfermeiro (190), enfermeiro do trabalho (2), farmacêutico (25), farmacêutico bioquímico (22), fisioterapeuta (6), fonoaudiólogo (8), nutricionista (12), odontólogo (45), odontólogo buco-maxilo-facial (2), odontólogo protesista (2), odontólogo ortodontista (2), odontólogo radiologista (2), odontólogo endodontista (2), odontólogo periodontista (2), psicólogo (16), sanitarista (10) e terapeuta ocupacional (2). Todos com remuneração de R$ 3.424,03 e carga horária de 40 horas, com exceção dos cargos de Enfermagem, que é de 30h.

Para a categoria médica, a remuneração é de R$ 4.601,17, com carga horária de 40 horas semanais, com vagas para alergologista (2), anestesiologista (12), angiologista (2), cardiologista infantil (2), cardiologista (2), cirurgião geral (8), clínico geral (127), médico da estratégia de saúde familiar – ESF (20), dermatologista (2), do trabalho (4), endocrinologista (2), endocrinologista infantil (2), gastroenterologia (2), geriatra (4), ginecologista (15), hematologista (2), homeopata (2), infectologista (2), mastologista (2), nefrologista (2), neonatologista (2), neuro cirurgião (2), neurologista (2), neurologista infantil (2), obstetra (20), oftalmologista (2), oncologista (2), ortopedista (4), ortopedista infantil (2), otorrinolaringologista (2), pediatra (19), pneumologista (2), pneumologista infantil (2), proctologista (2), psiquiatra (23), radiologista (2), reumatologista (2), ultrassonografista (2), urgencista (30), urologista (2) e médico veterinário (2).

Para os cargos de nível médio na área da saúde serão 504 vagas distribuídas nas seguintes vagas: auxiliar em saúde bucal, com 40 vagas e remuneração de R$ 998,68 e 40 horas, além de técnico de operação em Raio X (35), técnico em saúde bucal (5), técnico de enfermagem (390), técnico em enfermagem do trabalho (2), técnico em patologia clínica (26), técnico em prótese dentária (4) e técnico em saneamento (2), com remuneração de R$ 1.369,61 e carga horária de 40 horas, com exceção dos cargos da Enfermagem que são 30 horas.

Já na área administrativa, há 30 vagas ofertadas, sendo administrador (5), analista de sistema sênior (2), arte educador (1), contador (1), educador físico (10), educador social (3), estatístico (1), geógrafo (1) e pedagogo (2), com remuneração de R$ 2.396,01 e carga horária de 30 horas. Para os cargos de arquiteto urbanista (1), engenheiro civil (1), engenheiro do trabalho (1) e engenheiro eletricista (1), a remuneração é de R$ 5.062,63, também para 30 horas.

Já os de nível médio na área administrativa, o concurso oferece 81 vagas, divididas em: agente administrativo (50) e auxiliar de farmácia (20), com remuneração de R$ 1.043,80. E técnico de nutrição (6), técnico em edificações (1), técnico em montagem e manutenção de microcomputadores e impressoras (2) e técnico em segurança do trabalho (2), com remuneração de R$ 1.060,84, todos com carga de 30 horas.

Fonte: Portal no Ar