quarta-feira, 30 de setembro de 2015


DOCENTES INTENSIFICAM AÇÕES 

DE MOBILIZAÇÃO EM DEFESA DA UERN


Docentes da Uern intensificarão  ações de mobilização, buscando fortalecer o movimento grevista e estabelecer maior articulação com os diversos setores da sociedade civil comprometidos com a defesa da Universidade.

Neste sentido, a diretoria da Associação dos Docentes da Uern (ADUERN) iniciou uma série de reuniões com os ex-Reitores da Instituição, visando ampliar o diálogo com setores estratégicos da sociedade. Na manhã de hoje conversaram com os professores Padre Sátiro Cavalcanti Dantas e Milton Marques de Medeiros.
Hoje irão à Natal se reunir com os Professores Antônio Capistrano, Maria Das Neves Gurgel e Walter Fonseca, que também já estiveram na Administração da Uern.

Ontem, durante a tarde, a diretoria da ADUERN e representantes do comando de greve docente participaram de uma conversa com o presidente da Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL) de Mossoró, Getúlio Vale. O encontro teve como objetivo discutir os impactos da paralisação de quatro meses na economia local.

Hoje (dia 30/09), a partir das 16h, os representantes participam de uma reunião no Conselho Estadual de Educação em Natal, a fim de discutir a greve na Uern. O encontro é fruto de uma provocação do Padre Sátiro Cavalcanti Dantas na reunião desta manhã.

Também hoje, às 18h, o comando de greve docente participará de uma reunião na Loja Maçônica 24 de junho, em Mossoró. A atividade  busca ampliar a articulação da categoria com setores da sociedade civil que podem fortalecer a pressão sobre o Governo do Estado 

Fonte: Assessoria de Imprensa da ADUERN
Por Cláudio Palheta Jr. 

 

SERVIDORES FEDERAIS TERÃO 

10% REAJUSTE EM DUAS PARCELAS


A proposta que prevê reajuste salarial de 10,8%, dividido em duas parcelas, aos servidores do Executivo foi assinada nessa terça-feira (29). O acordo foi firmado entre a  Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef), a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e o Ministério do Planejamento.

A Condsef, que representa 80% da categoria, informou que cerca de 500 mil trabalhadores devem ser contemplados. O reajuste será 5,5% em agosto de 2016 e 5% em janeiro de 2017 . O secretário-geral da Condsef, Sérgio Ronaldo da Silva, considerou o acordo positivo.

Além do reajuste, o auxílio-alimentação passa para R$ 458 e o auxílio creche para R$ 321.

A expectativa agora é de que algumas categorias que estavam em greve voltem ao trabalho.

Os trabalhadores do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária e do Ministério da Cultura rejeitaram a proposta do governo e anunciaram que vão continuar negociando um novo acordo.

 
Fonte: Agência Brasil
Por Kariane Costa
Edição: Graça Adjuto
 

PETROBRAS AUMENTA OS PREÇOS 

DA GASOLINA E DO DIESEL


A Petrobras informou, na noite desta terça-feira (29), que decidiu reajustar os preços de venda de seus combustíveis nas refinarias. Os reajustes são de 6% na gasolina e de 4% no óleo diesel.

Os aumentos já valem a partir desta quarta-feira (30) e são em valores médios no Brasil. “Os preços da gasolina e do diesel, sobre os quais incide o reajuste anunciado não incluem os tributos federais CIDE e PIS/Cofins e o tributo estadual ICMS”, especificou a estatal em nota.

A recomposição de preços é uma estratégia da companhia para recuperar sua situação financeira e permitir que possa manter os investimentos previstos.

Fonte: Agência Brasil 


Indicadores e Índices Econômicos 30/10/2015

Fonte: Empresário Online

CÂMBIO E OURO

I-Dólar:
Comercial
DIA Compra Venda
25/09
28/09
29/09

R$ 3,974
R$ 4,108
R$ 4,058

R$ 3,976
R$ 4,110
R$ 4,059

Fonte: UOL
II-Euro:

DIA Compra Venda
25/09
28/09
29/09

R$ 4,452
R$ 4,614
R$ 4,561

R$ 4,457
R$ 4,617
R$ 4,566

Fonte: UOL
III-Ouro:

DIA Compra
25/09
28/09
29/09

R$ 144,60
R$ 147,50
R$ 145,50

Fonte: BOVESPA
 
 
 REAJUSTE DE ALUGUEL E OUTROS CONTRATOS:

ÍNDICES ACUMULADO % ATÉ JULHO/ 15
Trimestr Quadrim Semestr Anual
FIPE
IGP-DI
IGP-M
INPC
1,94
1,68
1,78
2,36
3,06
2,61
2,97
3,08
5,05
4,41
4,26
5,86
8,79
7,43
6,97
9,81

ACUMULADO % ATÉ AGOSTO/ 15
Trimestr Quadrim Semestr Anual
FIPE
IGP-DI
IGP-M
INPC
1,89
1,68
1,65
1,61
2,51
2,09
2,06
2,61
4,36
4,27
4,26
4,90
9,04
7,80
7,55
9,88
Fonte: Folha Online
a) Acumulado até julho reajusta aluguéis e contratos a partir de agosto, para pagamento em setembro.
b) Acumulado até agosto reajusta a partir de setembro, para pagamento em outubro.




 POUPANÇA/DIA – SETEMBRO

Período
Poupança (1)
Poupança (2)
10/09 a 10/10
11/09 a 11/10
12/09 a 12/10
13/09 a 13/10
14/09 a 14/10
15/09 a 15/10
16/09 a 16/10
17/09 a 17/10
18/09 a 18/10
19/09 a 19/10
20/09 a 20/10
21/09 a 21/10
22/09 a 22/10
23/09 a 23/10
24/09 a 24/10
25/09 a 25/10
0,7156%
0,6689%
0,6344%
0,6344%
0,6883%
0,6694%
0,6709%
0,6876%
0,6611%
0,5956%
0,6243%
0,6566%
0,6825%
0,6818%
0,6876%
0,6275%
0,7156%
0,6689%
0,6344%
0,6344%
0,6883%
0,6694%
0,6709%
0,6876%
0,6611%
0,5956%
0,6243%
0,6566%
0,6825%
0,6818%
0,6876%
0,6275%
(1) Depósitos até 03/05/12
(2) Depósitos a partir de 04/05/12 - MP nº 567, de 03/05/12
Rendimento da Caderneta de Poupança no último dia do período.
Fonte: Valor Econômico


terça-feira, 29 de setembro de 2015

POR QUE NÃO FIZERAM?
Os economistas decidiram que o “contrato social” implícito na Constituição de 1988 é a causa causans dos nossos problemas. Há razões para relativizar tal proposição. É inegável que a Constituição contém exageros. São, principalmente, resultados do momento em que foi redigida: depois do maior estelionato eleitoral já promovido no universo, o Plano Cruzado, que deixa no chinelo o de Dilma 2!

Nada na Constituição é sagrado, além das cláusulas pétreas, sob o controle do Supremo Tribunal Federal. Ela só não é pior, é preciso lembrar, porque o festival de uma esquerda “infantilizada”, firmemente convicta de que a “vontade política” preteria a aritmética, acabou gerando, espontaneamente, a organização de um “centrão” que lhe devolveu algum realismo e racionalidade. Mas por que, nos últimos 27 anos, não foi aperfeiçoada?

A razão para relativizar os inconvenientes da Constituição é o seu objetivo maior, a construção de uma sociedade “civilizada”, definida como aquela que:

1. Permita a plena liberdade de iniciativa dos seus membros e lhes garanta a apropriação dos seus benefícios obtidos por meios lícitos.

2. Busque permanentemente uma crescente igualdade de oportunidades. A posição de cada cidadão deve depender, cada vez menos, do acidente do seu nascimento, o que implica educação e saúde universais e pagas por todos (para a sociedade, não há nada “grátis”) e exige alguma mitigação da transferência intergeracional da riqueza acumulada.

3. Estabeleça uma solidariedade social inclusiva que ampare o menos favorecido e o estimule a conquistar, com seu próprio esforço, a plena cidadania.

4. Se organize economicamente de forma eficiente, mas compatível com a relativa liberdade e a relativa igualdade desejadas. Isso sugere uma organização por meio de mercados sujeitos a um Estado forte, limitado constitucionalmente, capaz de regular e controlar seus poderes econômico e político. Desregulados, eles oferecem riscos à qualidade dos resultados do “sufrágio universal”, que é o garante da democracia e o mecanismo empoderador da cidadania. A organização pelos mercados é um instrumento, não um objetivo!

Pois bem. Nada na Constituição impede a construção de tal sociedade. Se estamos (e estamos!) numa situação econômica desastrosa e politicamente difícil, não é apenas por culpa da Constituição. Têm ônus, ainda maior, os poderes incumbentes eleitos desde 1990 pelo sufrágio universal (e já são cinco!), que nunca tentaram, com firmeza e convicção, corrigir os seus excessos.

Nem FHC, depois do merecido prestígio que lhe deu o Plano Real, nem Lula, nos píncaros da glória em 2008-2010, quando comemorou o “grau de investimento”, nem Dilma, com sua esplêndida aprovação de 2011, ousaram gastar seu patrimônio político para enfrentá-los. Preferiram acomodar-se, mas agora ditam regras para a “salvação nacional”...

Nada na Constituição os impedia. Nada nela impede, aliás, uma administração que estimule a segurança jurídica, o investimento e a exportação, vetores que produzem o crescimento econômico que sustenta o desenvolvimento social.

Os erros mais recentes de diagnóstico e a má escolha dos instrumentos de política econômica produzidos pelo voluntarismo do governo reduziram o crescimento médio anual do PIB de 4,0% entre 2003-2010 (ajudado pelo setor externo), para 2,1% em 2011-2014. No fundo, bem no fundo, não foi o “contrato social” que reduziu o ritmo de crescimento. Foi a covardia política continuada, que parece tê-lo tornado inviável.

É preciso enfrentar os problemas da Constituição, porque como está, com um crescimento médio do PIB abaixo de 4%, ela é mesmo uma bomba fiscal. A decisão de ajustar o Orçamento (que até então era impossível!) só depois de ter perdido o grau de investimento reforçou a perigosa incapacidade do governo de comparar custos e benefícios.

Dilma precisa deixar de dubiedade. Sua última entrevista ao Valor deveria ter sido feita em dezembro de 2014! Deve confirmar, urgente e honestamente, sem recuos, suas novas “preferências” e, com elas, tentar cooptar o Congresso para aprovar as mudanças necessárias. 

Fonte: CartaCapital
Por Delfim Netto 


NOTA DE ESCLARECIMENTO


O Partage Shopping Mossoró foi alvo de assaltantes armados na madrugada desta segunda-feira. A ação dos bandidos foi rápida, planejada e teve como alvo uma joalheria e um quiosque de telefonia que ficam na segunda portaria de acesso do shopping.

O sistema de segurança do shopping foi acionado imediatamente que os bandidos entraram e a equipe de segurança dentro do shopping pediu reforço policial, porém, os bandidos efetuaram a fuga antes do contingente de policiais chegar ao local.

Os registros coletados a partir do sistema de câmeras em todo o local da ação pela equipe de segurança do shopping, bem como internamente da loja, já foram entregues às autoridades policiais, para que estes ajudem na identificação dos assaltantes.

Diante do crescimento da violência em todo o país, o Partage Shopping Mossoró tem feito investimentos contínuos em equipamentos de ponta e pessoal qualificado e intensificará a utilização de medidas preventivas na busca de segurança para lojistas e clientes.

Fonte: Partage Shopping Mossoró

 

COMANDO DE GREVE PARTICIPA DE

 ASSEMBLEIA UNIVERSITÁRIA DA UERN
 

O comando de Greve dos docentes da Uern participa, na noite de hoje, da Assembleia Universitária, evento que encerra as comemorações de 47 anos  da instituição. Na oportunidade, os servidores protestam buscando resolução para a greve na universidade, que já se aproxima dos 130 dias e revolta toda a sociedade.

Os docentes definiram que estarão presentes na solenidade levando suas bandeiras e questionando o descaso com a instituição de ensino. O Presidente da Associação dos Docentes da Uern (ADUERN), Lemuel Rodrigues e o presidente do Sindicato dos Técnicos da Uern (Sintauern), Elineudo Melo, farão pronunciamentos destacando a importância e legitimidade da luta dos segmentos, na defesa dos direitos e do desenvolvimento da instituição de ensino.

Amanhã, a partir das 14h  na sede da ADUERN, os docentes se reúnem com a diretoria da Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL) para debater os impactos que a paralisação de mais de quatro meses tem gerado no comércio de Mossoró e região e como a falta de resolução afeta toda a sociedade potiguar.

Fonte: Assessoria de Imprensa da ADUERN
Por Cláudio Palheta Jr. 


Indicadores e Índices Econômicos - 29/09/2015

Fonte: Empresário Online 

CÂMBIO E OURO

I-Dólar:
Comercial
DIA Compra Venda
23/09
24/09
25/09

R$ 4,145
R$ 3,990
R$ 3,974

R$ 4,146
R$ 3,991
R$ 3,976

Fonte: UOL
II-Euro:

DIA Compra Venda
23/09
24/09
25/09

R$ 4,651
R$ 4,445
R$ 4,452

R$ 4,656
R$ 4,449
R$ 4,457

Fonte: UOL
III-Ouro:

DIA Compra
23/09
24/09
25/09

R$ 149,00
R$ 149,80
R$ 144,60

Fonte: BOVESPA
 
 
 POUPANÇA/DIA – SETEMBRO

Período
Poupança (1)
Poupança (2)
09/09 a 09/10
10/09 a 10/10
11/09 a 11/10
12/09 a 12/10
13/09 a 13/10
14/09 a 14/10
15/09 a 15/10
16/09 a 16/10
17/09 a 17/10
18/09 a 18/10
19/09 a 19/10
20/09 a 20/10
21/09 a 21/10
22/09 a 22/10
23/09 a 23/10
24/09 a 24/10
0,7107%
0,7156%
0,6689%
0,6344%
0,6344%
0,6883%
0,6694%
0,6709%
0,6876%
0,6611%
0,5956%
0,6243%
0,6566%
0,6825%
0,6818%
0,6876%
0,7107%
0,7156%
0,6689%
0,6344%
0,6344%
0,6883%
0,6694%
0,6709%
0,6876%
0,6611%
0,5956%
0,6243%
0,6566%
0,6825%
0,6818%
0,6876%
(1) Depósitos até 03/05/12
(2) Depósitos a partir de 04/05/12 - MP nº 567, de 03/05/12

Rendimento da Caderneta de Poupança no último dia do período.
Fonte: Valor Econômico
 
 
 REAJUSTE DE ALUGUEL E OUTROS CONTRATOS:

ÍNDICES ACUMULADO % ATÉ JULHO/ 15
Trimestr Quadrim Semestr Anual
FIPE
IGP-DI
IGP-M
INPC
1,94
1,68
1,78
2,36
3,06
2,61
2,97
3,08
5,05
4,41
4,26
5,86
8,79
7,43
6,97
9,81

ACUMULADO % ATÉ AGOSTO/ 15
Trimestr Quadrim Semestr Anual
FIPE
IGP-DI
IGP-M
INPC
1,89
1,68
1,65
1,61
2,51
2,09
2,06
2,61
4,36
4,27
4,26
4,90
9,04
7,80
7,55
9,88
Fonte: Folha Online
a) Acumulado até julho reajusta aluguéis e contratos a partir de agosto, para pagamento em setembro.
b) Acumulado até agosto reajusta a partir de setembro, para pagamento em outubro.



 INFLAÇÃO - FONTES DIVERSAS - REFERÊNCIA ATUALIZADA
SETEMBRO/2015

ÍNDICES
jan/15 fev/15 mar/15 abr/15 mai/15
INPC / IBGE (%)
IPCA / IBGE (%)
IPCA Esp / IBGE (%)
ICV / DIEESE (%)
IPC / FIPE (%)
ClasMéd/Ordem (%)
IGP-DI / FGV (%)
IPA -DI / FGV (%)
IPC-DI / FGV (%)
INCC-DI / FGV (%)
IGP-M / FGV (%)
IPA-M / FGV (%)
IPC-M / FGV (%)
INCC-M / FGV (%)
CUB-Sinduscon (%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
1,48
1,24
0,89
2,25
1,62
1,31
0,67
0,23
1,73
0,92
0,76
0,56
1,35
0,70
0,33
1,16
1,22
1,33
1,40
1,22
1,19
0,53
0,41
0,97
0,31
0,27
-0,09
1,14
0,50
0,10
1,51
1,32
1,24
1,26
0,70
0,69
1,21
1,24
1,41
0,62
0,98
0,92
1,42
0,36
0,06
0,71
0,71
1,07
0,55
1,10
0,82
0,92
1,11
0,61
0,46
1,17
1,41
0,75
0,65
0,34
0,99
0,74
0,60
0,57
0,62
0,42
0,40
0,19
0,72
0,95
0,41
0,30
0,68
0,45
2,21


jun/15 jul/15 ago/15 set/15 12meses
INPC / IBGE (%)
IPCA / IBGE (%)
IPCA Esp / IBGE (%)
ICV / DIEESE (%)
IPC / FIPE (%)
ClasMéd/Ordem (%)
IGP-DI / FGV (%)
IPA -DI / FGV (%)
IPC-DI / FGV (%)
INCC-DI / FGV (%)
IGP-M / FGV (%)
IPA-M / FGV (%)
IPC-M / FGV (%)
INCC-M / FGV (%)
CUB-Sinduscon (%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
0,77
0,79
0,99
0,81
0,47
0,47
0,68
0,43
0,82
1,84
0,67
0,41
0,83
1,87
1,13
0,58
0,62
0,59
0,95
0,85
0,86
0,58
0,61
0,53
0,55
0,69
0,73
0,60
0,66
0,26
0,25
0,22
0,43
0,06
0,56
0,79
0,40
0,44
0,22
0,59
0,28
0,20
0,24
0,80
-0,04


0,39










0,22

9,88
9,53
9,57
10,05
9,04
8,73
7,80
7,15
9,73
7,30
7,55
6,89
9,57
7,19
4,74

Fonte: Folha Online, Valor Econômico, Ordem dos Economistas

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

PAÍS PERDE 86.543 VAGAS COM

 CARTEIRA ASSINADA EM AGOSTO


O Brasil cortou 86.543 vagas de trabalho com carteira assinada em agosto, segundo dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), divulgados pelo Ministério do Trabalho nesta sexta-feira (25). É o quinto mês seguido com fechamento de vagas.

O resultado foi pior que o previsto pela agência de notícias Reuters. Pesquisa da agência mostrou que a mediana das expectativas de analistas era de fechamento de 69 mil empregos. 

Com o saldo negativo de agosto, o número de vagas de emprego com carteira assinada caiu 0,21%, na comparação com julho.

Considerando informações passadas fora do prazo pelos empregadores (a chamada série ajustada), o Brasil perdeu 572.792 empregos com carteira assinada de janeiro a agosto deste ano.

Em 12 meses até agosto, foram 985.669 vagas a menos.

Em julho, o país havia fechado 157.905 vagas de trabalho com carteira assinada.

Desemprego subiu a 7,6% em agosto


Na quinta-feira, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou que o desemprego subiu para 7,6% em agosto, de acordo com a PME Pesquisa Mensal de Emprego). Foi a maior taxa para o mês desde 2009, quando tinha sido de 8,1%. 

Considerando todos os meses, foi a maior taxa em mais de cinco anos. Em março de 2010, o desemprego tinha sido de 7,6% e, em maio daquele ano, de 7,5%. Desde junho de 2010, a taxa não chegava ao nível de 7%.

 Fonte: UOL Economia


EMPRESÁRIOS PEDEM QUE GOVERNO 

DO RN BUSQUE SOLUÇÃO SEM
 
 IMPACTAR ECONOMIA


O possível reajuste de impostos estaduais encaminhado pelo Governo do Estado à Assembleia Legislativa, como forma de arrecadar R$ 230 milhões para aliviar os cofres públicos em meio à crise econômica, não agradou aos empresários que acreditam existir outras soluções para o momento delicado da economia.

O presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Natal, Augusto Vaz, esteve reunido na noite desta quinta-feira (24), com empresários do setor varejista para debater o assunto e apontar possíveis caminhos ‘menos agressivos’ para contornar o problema de frustração das receitas estaduais.

"Vamos nos reunir novamente na terça-feira para elaborar um documento com sugestões ao governador e deputados estaduais, pois acreditamos que o modelo de reajuste de impostos não seja ideal para o momento. Sabemos que o momento é difícil, mas a elevação dos impostos também prejudica a arrecadação das empresas, que geram tributo para o Estado”, explicou Vaz.

Augusto apontou que os empresários levarão sugestões como a redução de gastos da máquina estadual e de mudanças na tributação, mas que elevem a competitividade dos empresários locais.

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio-RN), também se posicionou sobre o momento de elevação de impostos. “Ainda não tenho os detalhes do projeto. Mas é lamentável todo aumento de impostos. Somos contra toda criação de impostos”, declarou o presidente da Fecomércio-RN, Marcelo Queiroz.

Para se posicionar de forma mais contundente sobre o assunto, o presidente Marcelo Queiroz já solicitou à equipe técnica da Federação que seja feito um levantamento mais preciso a respeito dos impactos que o aumento destes encargos pode trazer ao setor produtivo do Rio Grande do Norte, em seus diversos setores, refletindo diretamente nos índices de desemprego.

O presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte (Fiern), Amaro Sales, também comentou que os reajustes seriam inadequados.

“Pelo que já li, o pacote chega em um momento inadequado para os empreendedores e sem qualquer proposta de redução na máquina estatal. Ademais, o Governo Estadual, a exemplo do Federal, não apresenta uma pauta consequente de estímulo ao empreendedor que fortaleça o círculo virtuoso da economia. Aumentar a alíquota básica de ICMS de 17% para 18% é danoso a competitividade das empresas potiguares. Os aumentos em relação a combustíveis (ICMS de 25% para 27%) e comunicações (ICMS de 26% para 28%) também terão reflexos sobre o preço dos produtos locais e nas operações comerciais em geral”, afirmou Sales.

Ainda segundo o presidente da Fiern, os reajustes implicariam diretamente nos resultados da economia e consumo. “Não acredito, particularmente, que o Governo do Estado consiga cobrir uma frustração de receita em torno de R$ 500 milhões sufocando, ainda mais, a competitividade das empresas potiguares. Reconheço os esforços do governador Robinson Faria e a crise nacional que nos alcança, mas creio que deveríamos buscar outros caminhos, para o quê os empresários e suas instituições se dispõem a conversar”, concluiu Amaro.

Fonte: Portal no Ar
Por Júlio Rocha
 

quinta-feira, 24 de setembro de 2015


Fonte: Empresário Online
 
CÂMBIO E OURO

I-Dólar:
Comercial
DIA Compra Venda
18/09
21/09
22/09

R$ 3,957
R$ 3,980
R$ 4,051

R$ 3,958
R$ 3,981
R$ 4,054

Fonte: UOL
II-Euro:

DIA Compra Venda
18/09
21/09
22/09

R$ 4,457
R$ 4,450
R$ 4,510

R$ 4,462
R$ 4,456
R$ 4,514

Fonte: UOL
III-Ouro:

DIA Compra
18/09
21/09
22/09

R$ 143,00
R$ 143,00
R$ 147,00

Fonte: BOVESPA
 
 
 POUPANÇA/DIA – SETEMBRO

Período
Poupança (1)
Poupança (2)
02/09 a 02/10
03/09 a 03/10
04/09 a 04/10
05/09 a 05/10
06/09 a 06/10
07/09 a 07/10
08/09 a 08/10
09/09 a 09/10
10/09 a 10/10
11/09 a 11/10
12/09 a 12/10
13/09 a 13/10
14/09 a 14/10
15/09 a 15/10
16/09 a 16/10
17/09 a 17/10
0,6917%
0,6791%
0,6346%
0,5996%
0,6291%
0,6686%
0,7034%
0,7107%
0,7156%
0,6689%
0,6344%
0,6344%
0,6883%
0,6694%
0,6709%
0,6876%
0,6917%
0,6791%
0,6346%
0,5996%
0,6291%
0,6686%
0,7034%
0,7107%
0,7156%
0,6689%
0,6344%
0,6344%
0,6883%
0,6694%
0,6709%
0,6876%
(1) Depósitos até 03/05/12
(2) Depósitos a partir de 04/05/12 - MP nº 567, de 03/05/12

Rendimento da Caderneta de Poupança no último dia do período.
Fonte: Valor Econômico
 
 

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

LEVY DIZ QUE MANUTENÇÃO DE 

VETOS EVITA NOVOS IMPOSTOS


O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, disse hoje que a manutenção – pelo Congresso Nacional - dos vetos da presidenta Dilma Rousseff a projetos que aumentavam gastos do governo evitaram a introdução de novos impostos no bolso do contribuinte. “[A presidenta] vetou porque era [preciso] evitar novos impostos”, disse Levy, ao fazer uma palestra no Fórum de Segurança Jurídica e Infraestrutura, na sede do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, em Brasília.

Deputados e senadores mantiveram na madrugada de hoje (23) os vetos a projetos que elevariam despesas públicas e dificultariam o ajuste fiscal do governo, que busca evitar déficit no Orçamento da União de 2015. Se fossem derrubados, os vetos provocariam um gasto extra para o governo de R$ 23,5 bilhões no ano que vem, segundo estimativa do Ministério do Planejamento.

Segundo Levy, o Brasil – por meio do Congresso Nacional, “deu uma mostra de maturidade com a votação”.

O ministro da Fazenda disse também que o sucesso da votação se deveu ao empenho da presidenta Dilma Rousseff em favor da manutenção dos vetos. Segundo Levy, se os vetos fossem derrubados, haveria o risco de o aumento de gastos onerar “o bolso do contribuinte”.

O ministro disse a sociedade brasileira tem de ter consciência de que, sempre que há uma despesa, é necessário aumentar os impostos para manter a estabilidade fiscal. Segundo ele, é importante que o Brasil obtenha avanços em favor da diminuição da desigualdade de renda, mas é necessário também que haja atenção para os custos custos tributários decorrentes dessa decisão.

O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Marcus Vinícius Furtado Coelho, criticou – durante o seminário - o ajuste proposto pelo governo que inclui a proposta de aprovação da nova Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) para custear a Previdência Social. Em resposta, Levy disse que comunga com as palavras do presidente da OAB, mas acrescentou que é preciso que o Brasil tenha uma estratégia para quitar despesas.

“Defendo o crescimento e manutenção do emprego. Por isso, faremos tudo que for necessário [para que o Brasil cresça]”, disse. E acrescentou: “Temos de ter uma estratégia a seguir. A segurança jurídica é fundamental. O equacionamento tanto das despesas, quanto [de uma] eventual forma institucional de garantir os recursos são elementos indispensáveis para o crescimento econômico”, disse.

Fonte: Agência Brasil
Por Daniel Lima - Repórter da Agência Brasil
Edição: José Romildo