domingo, 30 de junho de 2013

A LISTA DOS 20 CENTAVOS


Pra quem não entendeu ainda: os vinte centavos, um por um:

00,01 - a corrupção
 
00,02 - a impunidade
 
00,03 - a violência urbana
 
00,04 - a ameaça da volta da inflação
 
00,05 - a quantidade de impostos que pagamos sem ter nada em troca
 
00,06 - o baixo salário dos professores e médicos do estado
 
00,07 - o alto salário dos políticos
 
00,08 - a falta de uma oposição ao governo
 
00,09 - a falta de vergonha na cara dos governantes
 
00,10 - as nossas escolas e a falta de educação
 
00,11 - os nossos hospitais e a falta de um sistema de saúde digno
 
00,12 - as nossas estradas e a ineficiência do transporte público
 
00,13 - a prática da troca de votos por cargos públicos nos centros de poder que causa distorções
 
00,14 - a troca de votos da população menos esclarecida por pequenas melhorias públicas (pagas com dinheiro público) que coloca sempre os mesmos nomes no poder
 
00,15 - políticos condenados pela justiça ainda na ativa
 
00,16 - os mensaleiros terem sido julgados, condenados e ainda estarem livres
 
00,17 - partidos que parecem quadrilhas
 
00,18 - o preço dos estádios para a copa do mundo, o superfaturamento e a má qualidade das obras públicas
 
00,19 - a mídia tendenciosa e vendida
 
00,20 - a percepção que não somos representados pelos nossos governantes

Se precisarem tenho outros vinte centavos aqui, é só pedir.

.


HISTÓRIA DE VALDETÁRIO CARNEIRO

 É TEMA DE LIVRO-REPORTAGEM


A história do mecânico de automóveis José Valdetário Benevides, o 'Valdetário Carneiro', que nos anos de 1990 e início dos anos 2000 se tornou um dos assaltantes de banco mais perigosos do Nordeste, e que foi morto em confronto com a polícia em dezembro de 2003, foi transformada em livro-reportagem por dois alunos do curso de Jornalismo da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). O trabalho foi aprovado com a nota máxima nesta sexta-feira (28).


Paulo Nascimento e Rafael Barbosa apresentaram "Valdetário Carneiro: a essência da bala" como Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). Além de traçar o caminho do mecânico, nascido na cidade de Caraúbas (no Oeste do estado) em 1959, a obra também inclui um breve capítulo sobre a história de parte da família Benevides Carneiro, em especial os primos de Valdetário, que também foi envolvida com o crime.


"Buscamos contar através do livro a história do homem Valdetário, que é desconhecido do grande público, mostrando o que está por trás do mito criado tanto pela população como por parte da mídia na época", afirmou Rafael Barbosa.


José Valdetário, como conta o livro-reportagem, participou de uma série de assaltos a bancos em vários estados do Nordeste durante o fim da década de 1990 e o início dos anos 2000. Ele também orquestrou homicídios contra inimigos políticos de sua família, em especial integrantes da família Simião Pereira, como os médicos e irmãos João e Aguinaldo Pereira.


Ele ainda participou da segunda maior fuga da história da Penitenciária de Alcaçuz, quando em novembro de 2000 foi resgatado, junto com outros 29 homens, por integrantes de sua quadrilha. Os homens neutralizaram a segurança da unidade prisional utilizando metralhadoras de uso exclusivo das Forças Armadas. O trabalho ainda traz uma versão inédita da operação que resultou na morte do assaltante, no dia 10 de dezembro, em um sítio da zona rural de Lucrécia.


O plano dos dois alunos é de que o livro seja lançado, acrescido de mais informações, até o início do próximo ano, quando se terá completado dez anos da morte de Valdetário.

Fonte: G1 RN 



JUSTIÇA CULPA GOVERNO POR 

PROBLEMAS NO HOSPITAL DA MULHER


O Tribunal de Justiça do RN decidiu: o Governo do Estado, ou melhor, a gestão Rosalba Ciarlini, do DEM, é a responsável pelos vários problemas que o Hospital da Mulher, de Mossoró, tem sofrido desde sua inauguração, em março de 2012 (como uma das grandes obras da atual administração estadual). Decisão foi do desembargador Expedito Ferreira, que isentou o Instituto Nacional de Assistência à Saúde e à Educação (Inase) de qualquer responsabilidade relacionada a unidade médica. No entendimento do magistrado, os problemas que resultaram na intervenção judicial na unidade de saúde não podem ser atribuídos ao Inase.

A decisão judicial, publicada nesta quinta-feira, também determina que não sejam atribuídas obrigações em nome do Inase, pois a participação do Instituto na gestão do Hospital da Mulher foi inviabilizada pela falta de pagamento por parte do Governo do Estado.

Deve ser “afastada a constituição de qualquer obrigação em nome do Instituto Nacional de Assistência à Saúde e à Educação – Inase, devendo as contas bancárias, contratos, notas fiscais e demais encargos inerentes ao pacto serem formalizados indicando a designação apenas do contrato acima especificado”, relata o desembargador Expedito Ferreira.

Em seu despacho, o desembargador entende que imputar qualquer acusação ou responsabilidade ao Inase é inadequado, e “poderá trazer para referida instituição gravame indevido.” O magistrado determina, ainda, a continuidade da interdição judicial no contrato de gestão nº 001/2012, referente ao Hospital da Mulher, considerando que o Governo do Estado não tem condições de gerir, sem parceria, a unidade de saúde.

A decisão judicial reafirma a legalidade de todos os atos do Inase.  Mesmo tendo ficado três meses e meio sem receber repasses financeiros da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), a direção do  Inase deixou a gestão do Hospital da Mulher tendo cumprido todas as obrigações contratuais. A eficiência da sua administração na unidade de saúde elevou a 97% o índice de satisfação da população aos serviços oferecidos no Hospital da Mulher.”

Fonte: Jornal de Hoje 

sexta-feira, 28 de junho de 2013

PROJETO DE LARISSA É APROVADO

 PARA PROTEGER ESTUDANTES

Assembleia institui disque-denúncia para bullying na escola

Alunos poderão comunicar casos de bullying na escola através de disque-denúncia. A criação do serviço foi aprovada no plenário da Assembleia Legislativa, ontem (27), por iniciativa da deputada estadual Larissa Rosado (PSB).

Bullying designa atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, e são comuns no ambiente escolar. Mas, poucos conseguem relatar os casos para providências, o que levou Larissa a apresentar o Projeto de Lei.

“Estamos criando esse canal para que os estudantes possam denunciar essas situações e alguma coisa seja feita. Porque, se nenhuma medida for tomada, o jovem pode carregar traumas para o resto da vida”, justifica a deputada.

Teleatendimento

A intenção, segundo Larissa, é resolver o problema na origem e evitar situações extremas, como na Escola Municipal Tasso da Silveira (RJ), onde ex-aluno, vítima de bullying, matou 12 crianças e feriu mais dez estudantes, em 2011.

O projeto institui atendimento telefônico gratuito para vítimas de bullying nas escolas públicas e privadas do Rio Grande do Norte. A denúncia será encaminhada para apuração, e a identidade do denunciante, preservada.

Após aprovação na Assembleia, a matéria segue para sanção. “Esperamos que o Governo do Estado seja sensível ao serviço, respeite a decisão dos deputados e sancione a lei, porque é uma necessidade das escolas”, conclui Larissa.


Assessoria de Comunicação
Regy Carte – Joyce Moura  



SINDICATO DOS BANCÁRIOS

 LANÇA CAMPANHA SALARIAL


A campanha salarial é um momento de interesse de toda a categoria de bancários a nível local e nacional. Em Mossoró, no dia 18 de maio, na sede do Sindicato, aconteceu o encontro local da categoria. Na ocasião, os companheiros debateram estratégias e formas de luta que serão adotadas durante a campanha salarial de 2013, como também foi ouvido das bases propostas que serão discutidas no encontro nacional.

Já no encontro interestadual dos bancários, que aconteceu em Jaboatão Guararapes, em Pernambuco, no dia 1º de junho, com a presença de todos os sindicatos federados dos estados de Alagoas, Pernambuco e Rio Grande do Norte, foram trabalhadas as sugestões apresentadas no encontro local de cada sindicato. 

 Também foi traçado o calendário, a forma de luta e mobilização que serão utilizados durante a campanha salarial de 2013.

E agora, nos dias 4 e 5 de julho, em Salvador (BA), será concluída toda a pauta de reivindicação da categoria, contemplando todas as bandeiras de luta que serão apresentadas aos banqueiros e ao governo, visando conquistar e garantir melhorias de condições de trabalho e salarial para toda a categoria bancária.

A pauta será entregue no início de agosto, uma vez que os bancários acreditam numa solução negociada para a campanha. Os trabalhadores bancários se mobilizam com bastante antecedência no sentido de verem suas questões trabalhistas serem resolvidas em mesa de negociação, procurando com isto evitar que se deflagre mais um movimento paredista na sua categoria, o que causa transtornos tanto aos trabalhadores quanto à comunidade como um todo.

Os bancos de todo o Brasil seguem batendo recordes de lucratividade ano após ano. Nos seis primeiros meses de 2012, os cinco maiores bancos do país lucraram mais de R$ 11 bilhões.

O presidente do Sindicato dos Bancários de Mossoró e região, Anchieta Medeiros, salienta que é importante que todos os bancários participem ativamente da campanha salarial.“Será uma das campanhas mais difíceis e precisamos da presença de todos os bancários. Como se trata de uma luta coletiva, a participação de todos fará a grande diferença”, afirmou.

Renata Nolasco
Assessoria de Imprensa
Zumba Comunicação



CRIANDO CASO POR 
 
CAUSA DE 20 CENTAVOS!
 
Uma menina muito bonita e pobrezinha conheceu um rapaz jovem, rico, bonito, ético, que conseguiu bons empregos pros seus irmãos, comprou uma casa para sua mãe e a levava para viajar e aproveitar o melhor da vida.
 
Se casaram e um mês depois do casamento a filha volta para casa da mãe dizendo que iria se separar.
 
- Mas minha filha como assim? Um rapaz tão bom, meu genro perfeito!
 
- Mamãe, fico com vergonha de lhe contar, mas é que .. é que ... ele que comer meu fiofó todo dia! De manhã, de tarde e de noite. Umas 10 vezes ao dia, não aguento mais!
 
- Minha filha, tem homem que curte essas coisas mesmo. O que é esse pequeno defeito perto de tudo que ele faz por você, do que ele faz por nós?
 
- Mamãe meu fiofó parecia uma moedinha de 5 centavos quando nos casamos e hoje já parece um moedão de 25 centavos.
 
- Ahhh Tenha dó minha filha, agora você vai ficar criando caso por causa de 20 centavos?

MORAL DA HISTÓRIA

- Só briga por 20 centavos quem toma no fiofó todos os dias!
 
Enviada por Herbert Mota 
 
 

ECONOMIA DO SETOR PÚBLICO MAIS

 DO QUE DOBRA E FICA EM R$ 5,7 BI


O superavit primário do setor público consolidado – governos federal, estaduais e municipais e as empresas estatais – ficou em R$ 5,681 bilhões, em maio, de acordo com dados divulgados nesta sexta-feira (28) pelo Banco Central (BC). O resultado de maio é o maior para o mês desde 2011 (R$ 7,5 bilhões).

O superavit primário é a economia que o governo faz para o pagamento de juros da dívida pública.

Em maio do ano passado, o resultado foi menor –R$ 2,653 bilhões. Mas houve redução em relação a abril deste ano, quando foi registrado superavit primário de R$ 10,328 bilhões.

De janeiro a maio, o superavit primário chegou a R$ 46,729 bilhões, contra R$ 62,865 bilhões de igual período de 2012. Em 12 meses encerrados em abril, o superavit primário ficou em R$ 88,816 bilhões, o que corresponde a 1,95 % do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país.

No último dia 12, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que o governo está comprometido com a meta ajustada de superavit primário – economia de recursos para pagar os juros da dívida pública – de 2,3% do PIB.

Originalmente, a meta de superavit primário correspondia a 3,1% do PIB, mas o próprio ministro admitiu que o governo vai abater do esforço fiscal R$ 45 bilhões de gastos com o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e de perda de receita com reduções de tributos. Esses mecanismos, na prática, reduzem o montante que o governo tem de economizar.

Nos cinco meses do ano, o Governo Central (Banco Central, Tesouro Nacional e Previdência Social) registrou superavit primário de R$ 32,304 bilhões, enquanto que os governos estaduais apresentaram R$ 12,424 bilhões e os municipais, R$ 2,823 bilhões. As empresas estatais tiveram deficit primário de R$ 821 milhões, de janeiro a maio deste ano.

O esforço fiscal do setor público não foi suficiente para cobrir os gastos com os juros que incidem sobre a dívida. De janeiro a maio, as despesas com juros ficaram em R$ 100,466 bilhões. Em 12 meses encerrados em maio, esses gastos chegaram a R$ 219,421 bilhões, 4,83% do PIB.

Com os gastos com juros maiores que o superávit primário, o setor público registrou deficit nominal de R$ 53,737 bilhões, nos cinco meses do ano, e de R$ 130,605 bilhões ( 2,87% do PIB), em 12 meses encerrados no mês passado.

O BC informou ainda que a dívida líquida do setor público chegou a R$1,583 trilhão em maio. Esse resultado correspondeu a 34,8% do PIB, com redução em relação a abril (35,5%).

Outro indicador divulgado pelo BC é a dívida bruta do governo geral (governos federal, estaduais e municipais), muito utilizado para fazer comparações com outros países. No caso da dívida bruta, em que não são considerados os ativos em moeda estrangeira, mas apenas os passivos, a relação com o PIB é maior. Em maio, ficou em R$ 2,710 trilhões, o que corresponde a 59,6% do PIB, elevação de 0,2 ponto percentual em relação ao mês anterior.
 
Fonte: UOL Economia
(Com Agência Brasil)



Ui, que delícia!


UI, QUE DELÍCIA!

 
 












 "SEM REFORMA POLÍTICA NÃO 

HAVERÁ MUDANÇA ALGUMA"


Professor de Direito Constitucional da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, procurador federal, o ex-deputado Ney Lopes concede uma importante entrevista a ´O JORNAL DE HOJE para falar dos últimos acontecimentos registrados no País, sobre a posição da presidenta Dilma Rousseff nos episódios recentes, principalmente no recuo de convocar uma Constituinte exclusiva para fazer a Reforma Política. Ney fala também sobre a necessidade de uma Reforma Política, justifiando que o atual sistema eleitoral está ultrapassado. Ele comenta também sobre a PEC 37 e diz que Henrique Eduardo “tem agido com equilíbrio e firmeza”. Segue a entrevista:

O JORNAL DE HOJE – Como o senhor analisa os últimos acontecimentos no País?
 
NEY LOPES – O que está acontecendo reflete a insatisfação global com a democracia. Os cidadãos – e não somente os brasileiros – não se sentem representados pelos políticos. O discurso eleitoral perdeu a força, deixou de ser instrumento de persuasão e se transformou em “mentirinha” para a população.

JH – Os protestos de rua podem provocar mudanças de comportamento?
 
NL – As manifestações traduzem, regra geral, reivindicações esparsas e abrangentes da classe política que perde status nos últimos anos. A base da pirâmide social assiste o que acontece e apóia os temas óbvios como, por exemplo, combate à corrupção. A falta de líderes e de uma pauta pré-definida diluem os protestos. Mesmo em tais circunstâncias, não se pode negar que a mobilização já determinou uma conseqüência que foi a declaração de falência da classe política e dos partidos. O Congresso Nacional perdeu a credibilidade por inteiro. Atualmente, qualquer votação sobre tema importante terá a influência do instituto da sobrevivência política com a preocupação de colocar-se bem perante a opinião pública.

JH – Sua opinião sobre a PEC 37?
 
NL – A PEC 37 tinha sólidos argumentos jurídicos pró e a favor. Portanto, o resultado da votação foi normal. A Câmara Federal optou por uma alternativa que não é absurda. Talvez tenham se vacinado para não ser criticados quando se opuserem – como estão se opondo – a possibilidade de convocação do plebiscito e de uma Constituinte para aprovar a Reforma Política. Nesse ponto, a Câmara e Senado não desejam mudar nada em profundidade. Querem fazer “remédios e curativos” para manter o sistema partidário atual, que é uma vergonha nacional e anula qualquer avanço institucional no País. A principal reforma é a política. Sem ela, nada será feito.

JH – No seu entendimento, um plebiscito seria inconstitucional?
 
NL – Não está certo rejeitar a hipótese de convocação do plebiscito para o País decidir o melhor caminho de superar a crise atual. Afinal, plebiscito é ouvir o povo e uma democracia não pode, com base em preciosismos jurídicos, limitar a manifestação da vontade popular. Tal comportamento significa “torcer contra” e ser favorável ao “quanto pior melhor”. No artigo 14, a Constituição Federal prevê o plebiscito. A Lei 9.709/98 regulamenta a convocação e é clara ao permitir a consulta popular em “matéria de acentuada relevância de natureza constitucional, legislativa ou administrativa”.  A Reforma Política tem relevância constitucional e legislativa.  A sugestão presidencial para ser viabilizada dependerá de decreto legislativo proposto pela base política, sendo votado na Câmara e no Senado. Se o Congresso Nacional rejeitar terá que assumir a responsabilidade perante a Nação.

JH – E a desistência da presidenta Dilma não propondo a Constituinte Exclusiva?
 
NL – Todo mundo defendia a Reforma Política. As ruas só falam nisso. O debate foi aberto após a proposta da presidenta Dilma Rousseff. O Congresso Nacional sempre se omitiu sobre esse tema. No início da sessão legislativa os presidentes das duas Casas anunciaram que priorizariam a Reforma Política, mas o destino das reformas foram as gavetas e os arquivos. Quando se falou em plebiscito e a possibilidade de uma Constituinte exclusiva ou derivada as luzes da TV estimularam aqueles que sempre são contra tudo e sugerem alternativas inaplicáveis e teóricas. A presidenta ouviu e recuou. Dobrou-se aos argumentos de que não seria possível mudar a Constituição. Portanto, a “conclusão” que fica é a de que no Brasil, em matéria político/eleitoral a Constituição atende totalmente aos reclamos nacionais e é intocável.  Na prática, significa o “deixa como está, pra ver como é que fica”. De agora por diante, o Congresso irá debater quem nasceu primeiro: o ovo ou a galinha?.  Ou seja, se a Reforma Política, Eleitoral e Partidária poderão ser aprovadas sem mexer na Constituição, ou se ela somente será duradoura e estável se a Constituição for alterada.

JH – O Congresso Nacional poderá fazer reforma através de emenda constitucional?
 
NJ -Não fará. Sabe-se disso por antecipação. Vários exemplos existem demonstrando ser impossível mudar sem “mexer” na Constituição. Portanto, Reforma Política sem alteração constitucional é mero engodo. Por exemplo: proibição de coligações nas eleições proporcionais para fortalecer os programas partidários e dá coerência ao processo eleitoral. A norma chegou a ser aprovada e a justiça declarou inconstitucional. A consequência foi a preservação e a intocabilidade do “mercado persa” de venda de legendas em véspera de eleição, que prevalece atualmente. Financiamento público de campanha é outro tema. Somente com ingenuidade ou inexperiência política se poderá afirmar que as mudanças na Constituição seriam feitas através de emendas. O Poder Constituinte derivado. Claro que sim.  Apenas, jamais as emendas que afetem os interesses dos grupos políticos, verdadeiros “proprietários privados” dos partidos, serão acolhidos pelo Congresso. Outros afirmarão: se é assim, também não passariam mudanças numa Constituinte. É diferente. Os eleitos numa Constituinte assumiriam compromissos prévios, existiriam precondições que no atual Congresso não existem. Podia-se adotar a candidatura avulsa para escolha dos constituintes.

JH – Qual a importância de que seja realizada uma Reforma Política?
 
NJ – Sem Reforma Política não haverá mudança alguma. Ela é o alicerce de todas as demais reformas. Como alterar o sistema tributário com a representação popular vinculada a partidos inautênticos e a continuidade da realização de eleições fraudulentas referendadas pelo abuso do Poder Político e Econômico?  Como deixar para depois a Reforma Política e as inadiáveis alterações constitucionais sob a alegação de que há discordâncias entre os partidos? Claro que os partidos discordarão porque a quase unanimidade deles é propriedade privada de grupos, sendo usados para o exercício de manobras eleitorais de véspera de eleição, sem coerência, ética e respeito ao cidadão. Os dirigentes partidários buscam a vitória eleitoral a qualquer custo, mesmo que seja juntado azeite com água.  Nenhuma mudança política será feita se essa realidade não for alterada. Há mais de 20 anos se fala em atualizar e modernizar a legislação eleitoral e nada se faz, salvo transferir para a Justiça Eleitoral a regulamentação das eleições.

JH – Existe outra alternativa para a Reforma Política que não seja o plebiscito e Constituinte?
 
NL – Existe. Entretanto, revelará uma tarefa para estadista. Seria governo e oposição abrindo o diálogo em alto nível (Pacto da Governabilidade) buscando o consenso. As facções escolheriam a melhor alternativa democrática para as mudanças que o País exige. A opção levaria todos a buscarem a governabilidade democrática sem vencidos nem vencedores, através da revisão do “Pacto Social” da Nação. Isso já ocorreu no Chile, Espanha, Portugal e outros Países. Precisa ter visão global e sair da “mesmice” para colocar o Brasil na relação das democracias respeitadas do mundo. Toda mudança constitucional, por exemplo, se consumiria por emendas consensuais sem necessidade de Constituinte. Este é o melhor dos mundos. Sou otimista e ainda acredito que nem tudo está perdido. Recomendo a canção de Raul Seixas: “tenho fé em Deus. Tenho fé na vida. Tente outra vez.

JH – Como o senhor analisa a atuação do presidente da Câmara Federal, deputado Henrique Eduardo, nesse momento difícil da vida brasileira?
 
NL – Henrique confirma que a experiência e vivência são fundamentais para o exercício de cargos públicos de relevância. Tem agido com equilíbrio e firmeza. No Congresso Nacional há muita discriminação contra parlamentares de Estados pequenos que chegam à posições de importância. Henrique Eduardo supera essa dificuldades com muita personalidade. Isso é bom para o conceito do nosso Rio Grande do Norte.

Fonte: Jornal de Hoje
Por: Joaquim Pinheiro

 

MINISTRA LUCIANA LÓSSIO ABSOLVE 

DEPUTADA LARISSA ROSADO


O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) anulou multas em três processos por suposta propaganda eleitoral antecipada, em que a deputada estadual Larissa Rosado (PSB) Larissa Rosado (PSB) figurava como ré.

As decisões estão publicadas (25 de junho, no Diário da Justiça). Houve reformulação de decisões do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), que condenavam a parlamentar.

O detalhe é que as decisões são da mesma ministra (Luciana Lóssio).

No dia 21 de maio deste ano, ela entendeu que a parlamentar usara o rádio para tirar proveito político. Sob essa ótica, sustentou sua decisão àquela data, negando o recurso especial dos advogados de Larissa contra as condenações impostas no TRE.

Entretanto, dessa vez, Luciana Lóssio não viu elementos, no acórdão da Corte Estadual, capazes de provar prática de propaganda eleitoral antecipada, e entendeu que pronunciamentos de Larissa Rosado no rádio, em 2012, não ultrapassaram limite da discussão de temas de interesse político-comunitário.
Pleito

“Vislumbra-se apenas o tratamento de temas de interesse comunitário, não se verificando associação com o pleito eleitoral que seria realizado em seguida, nem argumentos para ressaltar as qualidades da responsável pelo programa e denegrir a imagem de adversários políticos”, sustentou a ministra Luciana Lóssio.

“(…) Embora o Tribunal de origem tenha afirmado que “a preleção da pré-candidata é marcada por clara promoção pessoal, por meio do qual busca alavancar a sua candidatura e fixar o seu nome na mente dos eleitores” (fl. 334) e que “vincula cada temalançado (seja na área de saúde, segurança, educação, etc.) a discursos de campanha, apontando soluções diversas, por meio das ações políticas futuras a serem implementadas, caso seja escolhida prefeita, procurando demonstrar que a sua administração seria a mais benéfica para o referido município” (fl. 334), essas características não podem ser inferidas dos pronunciamentos da agravante em seu programa de rádio”, arguiu a ministra.

A deputada estadual foi candidata a prefeito de Mossoró no ano passado, em coligação encabeçada por seu partido, o PSB.



Indicadores e Índices Econômicos - 28/06/2013

Fonte: Empresário Online
INFLAÇÃO - FONTES DIVERSAS - REFERÊNCIA ATUALIZADA: JUNHO/ 2013

ÍNDICES
out/12 nov/12 dez/12 jan/13 fev/13
INPC / IBGE (%)
IPCA / IBGE (%)
IPCA Esp / IBGE (%)
ICV / DIEESE (%)
IPC / FIPE (%)
ClasMéd/Ordem (%)
IGP-DI / FGV (%)
IPA -DI / FGV (%)
IPC-DI / FGV (%)
INCC-DI / FGV (%)
IGP-M / FGV (%)
IPA-M / FGV (%)
IPC-M / FGV (%)
INCC-M / FGV (%)
CUB-Sinduscon (%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
0,71
0,59
0,65
0,81
0,80
0,72
-0,31
-0,68
0,48
0,21
0,02
-0,20
0,58
0,24
0,20
0,54
0,60
0,54
0,57
0,68
0,71
0,25
0,16
0,45
0,33
-0,03
-0,19
0,33
0,23
0,18
0,74
0,79
0,69
0,43
0,78
0,84
0,66
0,74
0,66
0,16
0,68
0,73
0,73
0,29
0,04
0,92
0,86
0,88
1,77
1,15
1,14
0,31
0,00
1,01
0,65
0,34
0,11
0,98
0,39
-0,01
0,52
0,60
0,68
0,12
0,22
0,29
0,20
0,09
0,33
0,60
0,29
0,21
0,30
0,80
-0,01


mar/13 abr/13 mai/13 jun/13 12meses
INPC / IBGE (%)
IPCA / IBGE (%)
IPCA Esp / IBGE (%)
ICV / DIEESE (%)
IPC / FIPE (%)
ClasMéd/Ordem (%)
IGP-DI / FGV (%)
IPA -DI / FGV (%)
IPC-DI / FGV (%)
INCC-DI / FGV (%)
IGP-M / FGV (%)
IPA-M / FGV (%)
IPC-M / FGV (%)
INCC-M / FGV (%)
CUB-Sinduscon (%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
(%)
0,60
0,47
0,49
0,78
-0,17
0,12
0,31
0,12
0,72
0,50
0,21
0,01
0,72
0,28
0,24
0,59
0,55
0,51
0,31
0,28
0,30
-0,06
-0,39
0,52
0,74
0,15
-0,12
0,60
0,84
0,18
0,35
0,37
0,46
0,61
0,10
0,27
0,32
0,01
0,32
2,25
0,00
-0,30
0,33
1,24
4,44

0,38








0,75
0,68
0,39
1,96

6,95
6,67
6,46
6,87
5,11
5,89
6,20
6,07
5,96
7,56
6,31
6,10
6,19
7,88
7,86

Fonte: Folha Online, Valor Econômico


 DÓLAR – EURO – OURO

I-Dólar:
Comercial Paralelo
DIA Compra Venda Compra Venda
25/06
26/06
27/06
R$ 2,210
R$ 2,187
R$ 2,194
R$ 2,212
R$ 2,189
R$ 2,196
R$ 2,110
R$ 2,080
R$ 2,090
R$ 2,370
R$ 2,340
R$ 2,330
II-Euro:
. . .2,2900 .
DIA Compra Venda. . .
25/06
26/06
27/06
R$ 2,901
R$ 2,857
R$ 2,843
R$ 2,902
R$ 2,858
R$ 2,844

.
III-Ouro:




DIA Compra


25/06
26/06
27/06
R$ 91,00
R$ 88,00
R$ 86,80



Fonte: CMA

 POUPANÇA/ DIA – JUNHO/ 2013

Período
Poupança (1)
Poupança (2)
16/06 a 16/07
17/06 a 17/07
18/06 a 18/07
19/06 a 19/07
20/06 a 20/07
21/06 a 21/07
22/06 a 22/07
23/06 a 23/07
24/06 a 24/07
25/06 a 25/07
0,5000%
0,5000%
0,5000%
0,5000%
0,5110%
0,5000%
0,5000%
0,5000%
0,5155%
0,5000%
0,4551%
0,4551%
0,4551%
0,4551%
0,4661%
0,4551%
0,4551%
0,4551%
0,4706%
0,4551%
(1) Depósitos até 03/05/12
(2) Depósitos a partir de 04/05/12 - MP nº 567, de 03/05/12

Rendimento da Caderneta de Poupança no último dia do período.
Fonte: Valor Econômico

 REAJUSTE DE ALUGUEL E OUTROS CONTRATOS:

ÍNDICES ACUMULADO % ATÉ ABRIL/ 13
Trimestr Quadrim Semestr Anual
FIPE
IGP-DI
IGP-M
INPC
0,32
0,45
0,64
1,72
1,47
0,76
0,98
2,66
2,96
1,67
1,65
3,97
5,37
6,83
7,30
7,16

ACUMULADO % ATÉ MAIO/ 13
Trimestr Quadrim Semestr Anual
FIPE
IGP-DI
IGP-M
INPC
0,20
0,57
0,36
1,55
0,42
0,77
0,65
2,08
2,36
1,75
1,68
3,78
5,11
6,20
6,22
6,95
Fonte: Folha Online
a) Acumulado até abril reajusta aluguéis e contratos a partir de maio, para pagamento em junho.
b) Acumulado até maio reajusta a partir de junho, para pagamento em julho.